Olá meu nome é Weiman. Sou mãe atípica do pequeno Lucas Gabriel de 4 anos . E venho demonstrar meu enorme carinho e respeito pela AFAC - Associação Família Azul do Acre, pois foi uma luz no momento que eu recebi o diagnóstico de autismo do meu filho.
Por não saber o que fazer e pra onde ir, fiquei como um peixe fora d'água, mais sabia que em algum lugar eu tinha uma porta aberta a onde eu teria apoio de profissionais maravilhoso que em nenhum momento nos deram aquele olhar de piedade e sim um olhar de acolhimento. Sou grata a Deus por te chegando até a AFAC onde estive conhecendo sobre autismo, lá meu filho é tratado com respeito e carinho.
❤ Temos carinho e acolhimento em cada seção. Ao colocar meus pés naquele lugar sinto que minhas forças são renovadas .
Obrigada AFAC por me dar esperanças de dias melhores na vida do meu filho Lucas.
Olá, meu nome é Jamily Susan. Sou mãe atípica do Pedro Lucca, de 5 anos, e aqui venho, através deste depoimento, agradecer ao único lugar que abriu as portas para meu filho realizar as terapias, não só a ele, mas também a mim, uma mãe que estava perdida em meio a um diagnóstico.
Sou muito grata por tudo o que a AFAC "FAMÍLIA AZUL DO ACRE", juntamente com seus profissionais, vem fazendo pelo desenvolvimento do PEDRO LUCCA. Cheguei à associação quando Pedro tinha 3 anos e ainda não falava, logo após receber seu laudo. Ele passou por profissionais maravilhosas e hoje também está com profissionais altamente capacitados que nos ajudam muito nesse processo de desenvolver nossos filhos. Hoje, meu Pedro está com 5 anos, fala algumas palavras, mas seu desenvolvimento melhorou muito. E sei que ele ainda irá progredir bastante. Não é fácil; são conquistas que demoram um pouquinho, tudo no tempo dele, mas sendo muito bem estimulado. Então, aqui quero agradecer a cada terapeuta que me ajuda no desenvolvimento do Pedro, a cada profissional que ali está, desde a recepção, diretoria até os terapeutas, todos tratam nossos filhos com muito amor, cuidado e respeito.
Então, meu muito obrigado à AFAC por tudo.
Meu nome é Eliana eu tenho 50 anos sou mãe do Vinícius Souza da Silva e do Arthur Souza do Socorro, são dois autistas adultos, eu sou uma pessoa neurodivergente tenho muitas dificuldades e sou mãe solo. Pela minha condição psiquiatra eu sempre sofri muito com os meus transtornos e os meus filhos às vezes eram até vítima de mim, eles eram maltratados por mim pela minha doença e por falta de compreensão, falta de apoio, falta de incentivo e nós temos uma vida de muito sofrimento nós três tomamos remédios de uso controlado.
A nossa vida mudou drasticamente desde que os meus filhos começaram a fazer as terapias na Associação Família Azul e eu me senti amparada com a terapias e a parceria que a associação tem com a gente.
Atualmente eu me encontro muito melhor com meus problemas e os meus filhos também então vindo para as terapias, participando, conversando e desenvolvendo autonomia, eles vem e vão sozinhos de casa e isso é só um pouco.
Família azul não é só um lugar. É um sentimento. É uma ajuda um lugar para um abraço, é cuidar que vai além das terapias e eu também faço hidroginástica que me deu assim um respiro de vida me renovou minhas forças e me deu cada vez mais vontade de viver, eu estou viva hoje Graça a Deus minha família e principalmente pelo trabalho da Família Azul.
Agradeço imensamente por todas as terapias oferecidas a meu filho Athos Adriel, durante muito tempo. Nesse período, meu filho progrediu muito, graças a AFAC, que não mede esforços para manter os atendimentos para nossos filhos. É uma luta diária para a associação manter os atendimentos que são tão importantes para todos! Obrigada família AFAC por nos acolher por todo esse tempo e espero que tudo dê certo para continuarmos nessa batalha que é fundamental para o desenvolvimento e aprendizado de todas as crianças com TEA!!👏🏼👏🏼👏🏼
Eu sou Heloneida, mãe do João Vitor, dia 09 de março de 2025 (no dia do meu aniversário) ele nasceu de um parto normal, porém muito difícil, não chorou logo que nasceu demorou alguns minutos, não lembro exatamente quantos. No dia seguinte as 13 horas fomos liberados para irmos pra casa e no sábado ao receber uma visita em casa, ela notou que algo não estava certo, realmente João Vitor não chorava, e pouco mamava. Quando chegou a noite fomos no hospital URGIL (onde o caos começou), fizemos a consulta, a medica examinou, pouco disse e já pediu internação com observação, hoje eu teria questionado o motivo, se ela nem fez exames. Passamos 45 dias no semi-intensivo (eu vi coisas desumanas naquela maternidade), ao sair travamos a batalha de exames, estimulações precoces, agradeço a todos aqueles que conheci no caminho nesses vinte anos de terapias, conhecimentos, choros - inclusive ainda choro por relembrar - risadas, sim, alguns ficaram e compartilhamos momentos até hoje, outros apenas um sorriso. Aos 7 anos João Vitor começou ir para escola, e iniciou algumas dificuldades e falta de habilidades no seu dia a dia, mas já era esperado, na primeira infância veio o diagnostico de síndrome de west, paralisia cerebral, e tudo que fazíamos era para estimular o cérebro, não pensávamos em autismo até ele estudar no Colégio Adventista e uma mãe de autista me questionar: já parou pra pensar q ele pode ser TEA? A partir deste momento comecei a estudar e ver com outros olhos, perguntava para esta mãe o que ela observava. O tempo passou, fizemos algumas avaliações e o diagnostico veio entre os 9 e 10 anos, TEA nível 1, com déficit intelectual. Mais um CID, mais estudos e pesquisas para essa mãe. Sim! De alguma forma eu tinha que conhecer o TEA, esse mundo novo, saber como seria as estimulações, como seguiríamos a partir deste novo CID. Agora por volta de 2025, finalizado ensino médio, com 20 anos, pergunto: O que poderíamos fazer? As terapias para adolescentes e adultos no nosso estado, ainda são muito difíceis, os profissionais poucos querem atender este público, porém deixo aqui registrado a nossa história, que com certeza não foi fácil para ninguém e nem para nós.
Agradeço a varias mães em que encontrei apoio, ombro amigo, um abraço, desde 2013 quando iniciamos o questionamento será o que é TEA.